Smashing Pumpkins: Que fim levaram D’arcy, Jimmy e James?

I am one, as you are three”… O primeiro verso da primeira canção do primeiro álbum do Smashing Pumpkins, o excepcional “Gish”, nunca soou tão profético: o Smashing Pumpkins que desembarca no Brasil para um dos shows mais importantes do Lollapalooza no final de março em São Paulo traz uma formação bastante diferente daquela que o consagrou, no auge do rock alternativo dos anos 90. Na verdade, apenas o onipotente Billy Corgan permanece como front man, vocalista, guitarrista e tudo mais que vier na cabeça, deixando no vácuo a pergunta: por onde andam a baixista D’arcy, o baterista Jimmy e o guitarrista James?

James Iha:

O guitarrista James Iha até que conseguia se sobressair nos Pumpkins com algumas poucas canções próprias que emplacou no épico “Mellon Collie and the Infinite Sadness” e alguns lados B da banda. Hoje, no entanto, já está há anos sem puxar conversa com Corgan e se concentra no lançamento de discos solo açucarados, sem grandes repercussões. Tentou dar a volta por cima com a banda Tinted Windows em que dividia o palco com ninguém menos que um dos irmãos Hanson e também o A Perfect Circle.

Jimmy Chamberlin:

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Depois de tantas idas e vindas no Smashing Pumpkins e muitos altos e baixos por causa do vício em drogas, o baterista Chamberlin finalmente se despediu da vida na estrada da qual estava cansado. Sua despedida se deu no álbum “Zeitgeist”, que ainda trazia lampejos da melhor fase da banda de Chicago. Hoje, Chamberlin é SEO de uma empresa especializada na promoção de eventos musicais interativos no estilo “crowdfunding”, financiamento coletivo.

D’arcy Wretzky:

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D’arcy é, sem dúvida, o caso mais triste e espantoso. Praticamente desfigurada pelo abuso de drogas, a baixista enigmática que chegou a gravar a belíssima “Daydream” em “Gish” foi presa numa história esquisita que envolve maus tratos a cavalos e hoje vive numa clínica de reabilitação. Chegou a ser convidada por Billy para tocar num dos revivals da banda, mas ela simplesmente recusou em função de problemas de saúde.

As eventuais derrapadas de Billy em discos solo e projetos megalomaníacos que não vão para frente são indicadores precisos de que os três ex-integrantes eram um contraponto importante à personalidade geniosa do vocalista. Ainda assim, vale a pena ouvir o último álbum “Monuments to an Elegy” para sacar como Corgan amadureceu como músico.

Também sente falta da velha formação dos Pumpkins? Conta pra nós!

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