10 novos álbuns de rock para ouvir no Carnaval

Mamãe, eu quero, mamãe eu quero… Rock! E, de preferência, com muito boa qualidade! Se é que a folia traz algo de proveitoso para os amantes da boa música, só pode ser o feriado prolongado para colocarmos em dia nossa discoteca roqueira.

Para quem perdeu o bonde em 2015, nós preparamos uma lista dos lançamentos que valem a pena ouvir de janeiro e fevereiro, além de antecipar alguns e resgatar boas surpresas do finalzinho de 2014. Tem rock para todas as gerações: de Bob Dylan a Jeff Buckley.  Então, aumenta o volume, pegue uma cerva bem gelada e saca só:


 

1. Bob Dylan “Shadows in the night”:

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Dylan é Dylan, e qualquer coisa que ele venha a lançar é digna de atenção. Até mesmo esse álbum cover das canções mais antigas de ninguém menos que Frank Sinatra. Pode não ser lá rock na veia como “All Along the Watchtower”, mas só de sentir Bob Dylan cantando com uma voz suave, que não parece fruto de 10 maços de cigarro e muito pigarro, vale o investimento.

2. Imagine Dragons: “Smoke and Mirrors”

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Depois de um showzaço no Lollapalooza em 2014, essa banda ficou mais do que conhecida por aqui, ganhando uma legião de fãs e até lançando um dvd só para os brasileiros. Os fãs, no caso, ficarão mais do que satisfeitos ao conferirem esse sucessor do debut que trazia o hit “Radioactive”: Smoke and Mirros tem canções vigorosas que consolidam os Imagine Dragons como uma das maiores bandas da atualidade.

3. Noel Gallagher: “Chasing Yesterday”

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A esperada volta do polêmico “Chief”! Fãs do Oasis podem não gostar do segundo disco solo de Noel, o que não é necessariamente algo ruim. Em “Chasing Yesterday” Noel se distancia do rock básico que marcou o brit-pop do Oasis e ruma pelas trilhas psicodélicas deixadas por seus ídolos, como Paul Weller e Johnny Marr.

4. Royal Blood

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Para quem não aguentava mais dub-step, o Royal Blood foi uma grata surpresa do final de 2014. Royal Blood é uma porrada só. Mas não se engane: não é porque a banda se resume a dois irmãos ingleses com uma pegada blues que o som lembra tanto “White Stripes”. O Royal Blood tem DNA próprio.

5. Smashing Pumpkins: “Monuments to an Elegy”

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Digam o que quiser do senhor Billy Corgan, exceto que ele perdeu o compasso do bom rock alternativo ao longo dos anos. Aos poucos Billy e sua (s) nova (s) banda (s) retomam momentos inspirados típicos de “Siamese Dream” como na primorosa faixa “Being Beige”.

6. Bruce Springsteen e The E Street Band: Tower Theater Philadelphia 1975

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1975 é um ano dourado para quem ama o The Boss. Há quem discuta que seja a fase mais inspirada de Bruce, mas fato é que os shows traziam joias preciosas dos primeiros álbuns do cara, como “Jungleland” e “Rosalita”. Esse álbum é parte de um projeto de Bruce que resgata shows históricos, como esse da turnê de “Born to Run”.

7. Neil Young: “Storytone”

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Não tem nada mais difícil do que acompanhar a profícua produção de Neil Young. No auge dos seus 69 anos, Neil Young lança filmes, livros, discos de arquivo e novos álbuns, e ainda arruma tempo para falar da sua paixão por carros antigos e combustíveis sustentáveis. Lançado no fim de 2014, “Storytone” é o retorno de Neil para o universo acústico, com mais toques de experimentalismo.

8. Ryan Adams

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Por falar em artista profícuo, o que dizer de Ryan Adams, que lança música igual toma um copo d’água? Depois do consagrado e soturno “Ashes and Fire”, Ryan retornou às raízes roqueiras nesse álbum que leva o seu nome e concorreu ao Grammy de melhor disco rock. Certamente, um dos melhores dos últimos anos, graças a faixas viscerais como “Kim” e “Gimme Something Good”.

9. Wilco: “Whats your 20?”

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Comemorando 20 anos inspiradíssimos de história, Jeff Tweedy e Cia. lançaram essa belíssima coletânea que traz gemas de grandes clássicos como “Being There” e “Yankee Foxtrot Hotel”. Aliás, a coletânea só não é mais bela porque foi lançada junto com uma compilação de 4 cd’s só de lados b e raridades. Doeu no bolso aí?

10. Jeff Buckley: “Dreams of the way we were”

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Os puristas torcem o nariz, imaginando que, se Jeff Buckley estivesse vivo, jamais permitiria o lançamento de tantos ao vivo e sobras de estúdio em seu nome. A questão é que, até hoje, ninguém se conforma com a morte precoce de um artista tão genuíno como ele, e quanto mais reissues ou registros como esse, de um show transmitido pelo rádio, menos doloroso fica lidar com essa perda.

E então, gostou da nossa lista? Gostaria de acrescentar algum álbum? Participe através dos comentários!

 

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